Egito e França discutem esforços para resolução de conflito na Líbia

2017-07-17 16:55:21丨portuguese.xinhuanet.com
Cairo, 16 jul (Xinhua) -- O presidente egípcio Abdel-Fattah al-Sisi recebeu no domingo um telefonema de seu homólogo francês, Emmanuel Macron, quando discutiram questões regionais, incluindo esforços conjuntos para chegar a um acordo na Líbia, devastada pelo conflito armado. "Os dois presidentes concordaram com a importância de elevar os esforços atuais para alcançar um acordo político para restabelecer a estabilidade na Líbia", disse o porta-voz presidencial egípcio Alaa Youssef. O presidente Sisi saudou a força dos laços egípcio-francês, salientando que são necessários mais esforços internacionais para acabar com as crises na região do Oriente Médio. O líder francês sublinhou a necessidade de intensificar a consulta e a coordenação entre os dois países através de uma série de questões regionais de preocupações mútuas, incluindo a situação na Líbia. Tanto para o Egito quanto para a França, a Líbia é um exportador de terrorismo devido às condições caóticas atuais no país, atingido por conflitos que fornece um local adequado para militantes de vários grupos terroristas, incluindo o Estado Islâmico (ISIS). No sábado, as forças aéreas egípcias destruíram 15 veículos carregados de armas e munições antes de se infiltrarem no Egito através de suas fronteiras ocidentais com o leste da Líbia, elevando o número de veículos destruídos desde maio para 42. O Egito foi atingido em julho de 2014 por um ataque terrorista no deserto ocidental que matou pelo menos 21 soldados. Mais tarde, em fevereiro de 2015, militantes do ISIS publicaram um vídeo que mostra a decapitação de 20 egípcios perto da cidade líbia de Sirte. Em relação à França, o ano de 2015 começou e terminou com dois grandes ataques mortais em Paris. Um foi em janeiro, no escritório do jornal satírico Charlie Hebdo, no qual 12 pessoas morreram, enquanto o outro ocorreu em novembro, que foi uma série de ataques coordenados, matando 130 e ferindo centenas de outras pessoas. Em julho de 2016, um atentado terrorista em Nice matou 84 e feriu outros 100 quando um caminhão atropelou uma multidão que celebrava o Dia da Bastilha. Seis anos após a revolta de 2011 encerrar a ditadura de 42 anos de Muammar Gaddafi, bem como sua vida, a Líbia está atualmente envolvida em uma guerra civil e administrada por duas administrações rivais, uma em Tobruk e outra em Trípoli. O governo apoiado pelo parlamento de Tobruk foi reconhecido internacionalmente antes que o Conselho Presidencial da Líbia fosse estabelecido em 2015 para dirigir um governo de unidade em Trípoli, conforme um acordo de paz negociado pela ONU entre facções da Líbia alcançado em Skhirat, Marrocos. A liderança de Sisi apoia o autoproclamado exército nacional líbio liderado pelo homem forte Marshall Khalifa Haftar e apoiado pelo governo em Tobruk.
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